Eu acredito na política como instrumento de transformação da vida real.
Não na política distante, feita apenas em gabinetes, discursos e períodos eleitorais. Acredito na política que conhece o território, escuta as pessoas, entende os problemas concretos e assume a responsabilidade de transformar demandas em ação.
Sou de Guaxupé. Minha trajetória foi construída na educação, na cultura, na gestão e no trabalho junto às pessoas. É desse lugar que nasce minha decisão de entrar na política: da convicção de que experiência, conhecimento e compromisso precisam ocupar também os espaços onde as grandes decisões são tomadas.
Quero ajudar a construir uma Minas Gerais em que o lugar onde uma pessoa nasce não determine o tamanho das oportunidades que ela terá.
Por isso, defendo uma educação pública cada vez mais forte, capaz de formar, acolher, ampliar horizontes e valorizar quem ensina. Educação não pode ser tratada como promessa de campanha. É investimento permanente no presente e no futuro.
Defendo a cultura como direito. O acesso à arte, à produção cultural, à memória e às diferentes formas de expressão não pode ficar restrito aos grandes centros ou a quem pode pagar por ele. O interior de Minas produz cultura, conhecimento, identidade e riqueza — e precisa ocupar também o centro das políticas públicas.
Defendo o protagonismo feminino porque ainda há muitas decisões sobre a vida das mulheres sendo tomadas sem a presença suficiente das próprias mulheres. Quero mais mulheres com autonomia, segurança, oportunidades, voz e poder de decisão.
Também acredito que representar Minas exige olhar para seus municípios, suas regiões e suas diferenças. O desenvolvimento não pode se concentrar em poucos lugares enquanto tantas cidades lutam para manter serviços, gerar oportunidades e garantir qualidade de vida à sua população.
Quero uma política que preste contas, que respeite o dinheiro público e que tenha coragem de perguntar se cada investimento está, de fato, melhorando a vida das pessoas.
Não acredito em soluções mágicas. Acredito em trabalho, planejamento, diálogo, conhecimento técnico e participação.
Não quero apenas ocupar um cargo. Quero ajudar a mudar a forma como a representação política se relaciona com o território e com as pessoas.
Para mim, representar é estar presente. É ouvir antes de decidir. É construir pontes entre municípios, comunidades, instituições e governo. É transformar experiência em ação e compromisso em resultado.
É essa política que quero fazer.
Uma política com identidade, território e humanidade.
Quer conhecer os meus compormissos?
Clique no botão abaixo.