Sou de Guaxupé e conheço de perto a realidade da nossa cidade e da nossa região. Foi aqui, e também em diferentes espaços da educação e da cultura, que construí uma trajetória marcada pelo trabalho, pela gestão e pela busca de soluções concretas.
Atuei da educação infantil à pós-graduação, como professora, pesquisadora e gestora. Isso me ensinou que boas ideias não bastam: é preciso saber transformar conhecimento em política pública, planejamento em ação e recursos em oportunidades reais para as pessoas.
Minha trajetória nas artes, como pianista, cravista e atriz, também moldou a forma como vejo o desenvolvimento de uma sociedade. Cultura não é enfeite. Educação não é gasto. E participação das mulheres não pode ser exceção. São caminhos concretos para ampliar autonomia, gerar oportunidades e fortalecer comunidades.
É por isso que quero estar na política. Não para ocupar um espaço, mas para usar experiência, capacidade técnica e conhecimento da nossa realidade para defender prioridades que muitas vezes ficam longe das decisões: uma educação pública cada vez mais forte, cultura acessível em todo o território e mais mulheres participando dos espaços onde o futuro é decidido.
Quero representar Guaxupé, nossa região e Minas Gerais com presença, responsabilidade e trabalho. Acredito em uma política que conheça o território, escute as pessoas e seja capaz de transformar compromisso em ação.
Eu acredito na política como instrumento de transformação da vida real.
Não na política distante, feita apenas em gabinetes, discursos e períodos eleitorais. Acredito na política que conhece o território, escuta as pessoas, entende os problemas concretos e assume a responsabilidade de transformar demandas em ação.
Sou de Guaxupé. Minha trajetória foi construída na educação, na cultura, na gestão e no trabalho junto às pessoas. É desse lugar que nasce minha decisão de entrar na política: da convicção de que experiência, conhecimento e compromisso precisam ocupar também os espaços onde as grandes decisões são tomadas.
Quero ajudar a construir uma Minas Gerais em que o lugar onde uma pessoa nasce não determine o tamanho das oportunidades que ela terá.
Por isso, defendo uma educação pública cada vez mais forte, capaz de formar, acolher, ampliar horizontes e valorizar quem ensina. Educação não pode ser tratada como promessa de campanha. É investimento permanente no presente e no futuro.
Defendo a cultura como direito. O acesso à arte, à produção cultural, à memória e às diferentes formas de expressão não pode ficar restrito aos grandes centros ou a quem pode pagar por ele. O interior de Minas produz cultura, conhecimento, identidade e riqueza — e precisa ocupar também o centro das políticas públicas.
Defendo o protagonismo feminino porque ainda há muitas decisões sobre a vida das mulheres sendo tomadas sem a presença suficiente das próprias mulheres. Quero mais mulheres com autonomia, segurança, oportunidades, voz e poder de decisão.
Também acredito que representar Minas exige olhar para seus municípios, suas regiões e suas diferenças. O desenvolvimento não pode se concentrar em poucos lugares enquanto tantas cidades lutam para manter serviços, gerar oportunidades e garantir qualidade de vida à sua população.
Quero uma política que preste contas, que respeite o dinheiro público e que tenha coragem de perguntar se cada investimento está, de fato, melhorando a vida das pessoas.
Não acredito em soluções mágicas. Acredito em trabalho, planejamento, diálogo, conhecimento técnico e participação.
Não quero apenas ocupar um cargo. Quero ajudar a mudar a forma como a representação política se relaciona com o território e com as pessoas.
Para mim, representar é estar presente. É ouvir antes de decidir. É construir pontes entre municípios, comunidades, instituições e governo. É transformar experiência em ação e compromisso em resultado.
É essa política que quero fazer.
Uma política com identidade, território e humanidade.